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Cem mil discos vendidos em dois meses valeram a Tony Carreira a quíntupla platina pelo novo álbum «O Homem Que Sou».
Para comemorar, o cantor foi recebido na sexta-feira pelos administradores da MediaCapital para um almoço no Palácio de Queluz.
«O Homem Que Sou» foi editado no final de 2008, ano em que Tony Carreira mudou de editora e celebrou 20 anos de canções.
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IL DIVO
São um dos maiores grupos do mundo (135 discos de ouro e platina, em 33 países, 1,2 milhões de DVDs vendidos nos primeiros 3 anos de carreira, e mais de 22 milhões de discos vendidos em todo o mundo – só os 3 primeiros álbuns, ‘Il Divo’, ‘Ancora’ e ‘Siempre’, alcançaram 36 números 1 em 26 países!)
‘The Promise’ é o novo álbum, da banda e o 4.º de estúdio, dos IL DIVO, um registo onde as quatro vozes mágicas de Urs Bühler, David Miller, Sébastien Izambard e Carlos Marín, interpretam êxitos como o tema de Frankie Goes To Hollywood, “The Power of Love”, “Hallelujah” de Leonard Cohen ou ainda uma versão extraordinária do tema “The Winner Takes It All” dos míticos Abba, entre muitos outros.
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Separadas por alguns quarteirões de distância, a fadista portuguesa Mariza e a cantora canadiana Céline Dion animaram o domingo à noite, à mesma hora, com concertos em pleno centro da cidade de Montreal, Canadá, para 25 mil pessoas.
A superprodução da diva nascida no Quebeque, Céline Dion, juntou 22 mil pessoas pela terceira noite na semana.
Não muito longe dali, durante hora e meia soaram alto os acordes da guitarra portuguesa e a voz do fado de Mariza fez render a lotação esgotada de três mil assistentes da sala Wilfrid-Pelletier da Place des Arts, traduzindo a consagração da cantora junto do público da cidade.
Para a fadista, o regresso a Montreal, após alguns anos de ausência, foi uma aposta ganha.
Na recta final, toda a plateia rendeu-se à alma portuguesa, de pé, eufórica, bateu palmas e movimentava-se ao ritmo do derradeiro tema do espectáculo (que bisava), o “Rosa Branca”.
Ali perto, a cerca de três quilómetros, os sons eram bem diferentes.
No Centro Bell, conhecido estádio da equipa de hóquei local, dos “Canadianos de Montreal”, o palco pertenceu a Céline Dion que jogava em casa e a enchia por completo, juntando mais de 22 mil pessoas.
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