O músico canadiano Leonard Cohen actua a 30 de Julho no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, cerca de um ano depois de um concerto ao ar livre em Algés, anunciou hoje a promotora Everything is New.
Os bilhetes serão colocados à venda a partir de quarta-feira e custam entre trinta e 75 euros.
O concerto acontecerá praticamente um ano depois de Leonard Cohen ter actuado no Passeio Marítimo de Algés, Oeiras, para cerca de dez mil pessoas, onde ao longo de três horas interpretou alguns dos seus mais conhecidos temas, como "Bird on the wire", "Take this waltz", "Hallelujah" e "Suzanne".
O anúncio do novo concerto em Portugal, o primeiro no Pavilhão Atlântico, acontece numa altura em que Leonard Cohen edita o duplo álbum e DVD ao vivo "Live in London", gravado na sala O2 Arena a 17 de Julho do ano passado.
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O primeiro disco da Filarmónica Fraude, uma das mais interventivas bandas pop portuguesas dos anos 60, foi editado há 40 anos, que se perfazem quinta-feira, dia 26.
Trata-se de um EP (disco de vinil de 45 rotações com quatro canções) que inclui “Flor de Laranjeira”, “Problema da Escolha”, “Menino” e “O Milhões”.
Editado no início da chamada primavera marcelista, “Flor de Laranjeira”, uma mordaz crítica social, beneficiou por isso dessa circunstância, tendo sido apenas proibido na Emissora Católica Portuguesa.
Basicamente, a canção conta a história de uma noiva que já vai grávida para o casamento, o que, de acordo com os cânones da sociedade retrógrada de então, configurava um escândalo difícil de aceitar.
Oriunda do eixo Entroncamento/Tomar, a Filarmónica Fraude teve uma carreira efémera, como praticamente todos os conjuntos da época, a braços com o serviço militar obrigatório que mutilava qualquer tentativa de projecto a longo prazo.
Além do EP “Flor de Laranjeira”, a Filarmónica Fraude ainda conseguiu editar no ano de 69 mais um EP, “Animais de Estimação” - outro ícone da música portuguesa dos anos 60 - e um LP, “Epopeia”, sobre os Descobrimentos Portugueses, cuja edição de “gatefold”, em vinil, é um dos mais raros espécimes da música popular portuguesa.
Estão entretanto a decorrer negociações com os detentores dos direitos da obra da Filarmónica Fraude no sentido de uma edição em CD da integral das 20 canções originais jamais gravadas pela banda de Tomar.
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A digressão do cantautor espanhol Patxi Andión a Portugal foi aumentada e já não começa em Lisboa, a 14 de Maio, mas sim dia 13 no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira, disse hoje fonte da produtora Mundo da Canção, que promove o evento.
Patxi Andión, que não actua em Portugal desde 1999, segue depois para Lisboa onde actuará no Cinema São Jorge (dia 14), sendo os outros dois concertos a 15 e 16 de Maio, respectivamente na Casa da Música, no Porto, e no Teatro Municipal da Guarda.
O cantor, que regressa a Portugal para apresentar dois novos discos (uma colectânea de clássicos seus e um outro, de originais, intitulado "Porvenir"), mantém grande popularidade, tanto em Portugal como em Espanha, apesar não ter gravado entre 1999 e 2008.
O lançamento, em Novembro, da colectânea em CD duplo "30 Grandes Êxitos - O Melhor de Patxi Andión", com novos arranjos, esgotou rapidamente e propiciou o seu regresso aos palcos.


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